O professor Antonio Braga lista dicas de pequenas mudanças com base em seu livro "Memento Vivere": o poder de viver o hoje
Redação Publicado em 31/12/2025, às 06h00

Com a chegada de um novo ano, muitos refletem sobre suas prioridades e a importância de viver com mais presença, segundo o especialista Antonio Braga, que destaca a necessidade de resgatar a consciência do agora em tempos de distrações constantes.
Braga lançou o livro 'Memento Vivere', que apresenta provocações para estimular a atenção ao cotidiano e sugere práticas como criar pausas, resgatar alegrias simples e traduzir sentimentos em palavras como formas de viver com mais intenção.
As recomendações incluem examinar a relação com a velocidade da vida e valorizar encontros significativos, enfatizando que pequenas escolhas diárias podem renovar a experiência de existir e contribuir para um novo ciclo mais consciente.
À medida que um novo ano se aproxima, muitas pessoas começam a revisitar seus próprios ritmos, desejos e prioridades. A virada do calendário costuma reacender perguntas simples, mas profundas: o que queremos abandonar? O que merece permanecer? O que, afinal, significa viver com mais presença no próximo ciclo?
“Nos dias atuais, em que tantos vivem no ‘piloto automático’, perdendo-se entre pressas, distrações e comparações, resgatar a consciência do agora não é luxo, mas necessidade”, afirma o professor, terapeuta e especialista em desenvolvimento pessoal, Antonio Braga.
É a partir dessa inquietação que ele reúne reflexões em Memento Vivere: o poder de viver o hoje, publicado pela Viver Editora, do Grupo Editorial Multiverso das Letras. A obra traz um conjunto de provocações que estimulam pausas, lucidez e atenção ao cotidiano.
A seguir, o autor lista seis sugestões práticas inspiradas no livro que podem servir como ponto de partida para quem deseja atravessar 2026 com mais intenção e serenidade.
Interromper a pressa, nem que por alguns segundos, é um gesto simples que devolve clareza. Um minuto de respiração ou um olhar atento para o ambiente já rompem o piloto automático.
Revisitar prazeres que não exigem conquistas, como cozinhar algo que conforta, sentir o sol pela manhã ou andar sem destino, ajuda a reencontrar a leveza que muitas vezes passa despercebida.
Registros breves, diários ou anotações soltas permitem transformar sensações difusas em compreensão. Escrever sobre a própria experiência pode organizar o que o corpo e a mente ainda não nomearam.
Ouvir alguém com atenção total, observar uma cena cotidiana como se fosse inédita ou simplesmente notar a própria respiração são exercícios discretos que ampliam a percepção do agora.
Perguntar-se o que está sendo vivido rápido demais e o que poderia ser feito com mais intenção abre espaço para hábitos mais gentis. O ritmo do ano não precisa ditar o ritmo da vida.
Atenção plena em uma conversa, um café sem distrações, uma visita espontânea: vínculos se fortalecem quando o tempo é oferecido com inteireza, não apenas com disponibilidade.
O conjunto de provocações criado por Braga funciona como um lembrete para o novo ciclo: viver é um exercício cotidiano feito de escolhas pequenas que, somadas, renovam a experiência de existir. No livro há muito mais!
Quer incentivar este jornalismo sério e independente? Você pode patrocinar uma coluna ou o site como um todo. Entre em contato com o site clicando aqui.