Médica alerta sobre os riscos de desidratação em crianças e idosos por viroses de verão
Redação* Publicado em 18/01/2026, às 06h00

Com a chegada do verão, o aumento das temperaturas e a aglomeração em locais públicos elevam os casos de viroses, afetando tanto adultos quanto crianças, e gerando preocupações com a saúde pública devido ao risco de desidratação, especialmente em grupos vulneráveis.
As viroses de verão, frequentemente causadas por rotavírus, norovírus e adenovírus, manifestam-se com sintomas como diarreia e febre, sendo o tratamento geralmente baseado em repouso e hidratação, com a orientação de profissionais de saúde sendo crucial, especialmente para crianças.
Medidas preventivas, como a higiene das mãos e a escolha de alimentos seguros, são essenciais para combater a propagação das viroses, e a atenção a sinais de desidratação deve levar os pacientes a buscar atendimento médico, visando evitar complicações e aliviar a pressão sobre os serviços de saúde.
Com a chegada do verão, aumentam os casos de viroses que acometem tanto adultos quanto crianças. As altas temperaturas, o maior consumo de alimentos fora de casa, a aglomeração em praias, clubes e festas, além do contato frequente com água contaminada, criam um ambiente propício para a circulação de vírus que causam infecções gastrointestinais e respiratórias.
De acordo com a médica pediatra Dra. Fabiana Soares, as viroses de verão costumam se manifestar principalmente por sintomas como diarreia, vômitos, náuseas, dor abdominal, febre, dor de cabeça, mal-estar e, em alguns casos, sintomas respiratórios leves. “Em crianças pequenas e idosos, o risco de desidratação é maior, o que torna fundamental a observação atenta dos sinais clínicos”, alerta.
As viroses são, na maioria das vezes, autolimitadas e causadas por vírus como rotavírus, norovírus e adenovírus. O tratamento costuma ser baseado em repouso, hidratação adequada e alimentação leve. “O uso de medicamentos deve ser sempre orientado por um profissional de saúde, especialmente em crianças, para evitar complicações”, reforça a especialista.
A prevenção é um dos principais aliados no combate às viroses de verão. Medidas simples, como lavar as mãos com frequência, higienizar bem os alimentos, consumir água potável, evitar alimentos de procedência duvidosa e não compartilhar objetos pessoais fazem grande diferença. Em locais com piscinas, é importante observar as condições de limpeza e tratamento da água.
“Manter a hidratação constante, principalmente em dias muito quentes, é essencial. Em caso de febre persistente, prostração, recusa alimentar, diminuição do volume de urina ou sinais de desidratação, a orientação é procurar uma unidade de saúde”, destaca Dra. Fabiana.
O cuidado precoce e a informação de qualidade são fundamentais para evitar agravamentos e reduzir a sobrecarga dos serviços de saúde durante o período mais quente do ano.
*Com edição de Lina Santiago.
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