Mariana Kotscho
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Menopausa deixa de ser tabu e ganha abordagem integrativa para promover qualidade de vida feminina

Ginecologista destaca a necessidade de uma abordagem personalizada para a saúde hormonal feminina

Redação* Publicado em 01/06/2026, às 06h00

Muitas mulheres passam anos convivendo com sintomas acreditando que o sofrimento faz parte do envelhecimento natural - Foto: Canva Pro
Muitas mulheres passam anos convivendo com sintomas acreditando que o sofrimento faz parte do envelhecimento natural - Foto: Canva Pro

Milhões de mulheres enfrentam sintomas como ondas de calor e insônia durante o climatério e a menopausa, fases frequentemente negligenciadas na saúde feminina, segundo a ginecologista Dra. Carolina Arrabal, que defende uma abordagem multidisciplinar para tratar essas condições.

A especialista ressalta que muitas mulheres sofrem com sintomas sem diagnóstico adequado, acreditando que isso faz parte do envelhecimento, quando na verdade existem tratamentos eficazes que podem melhorar a qualidade de vida e a autoestima.

Dra. Arrabal atua com terapia hormonal personalizada e medicina integrativa, enfatizando a importância de informação e acolhimento para transformar a experiência da menopausa, e possui vasta formação acadêmica e experiência na área.

Resumo gerado por IA

Ondas de calor, alterações de humor, insônia, ganho de peso, queda da libido e cansaço persistente. Esses são apenas alguns dos sintomas enfrentados por milhões de mulheres durante o climatério e a menopausa — fases ainda cercadas por desinformação e, muitas vezes, negligenciadas na saúde feminina.

Para a ginecologista Dra. Carolina Arrabal, é urgente ampliar o olhar sobre essa etapa da vida da mulher. Com atuação focada em menopausa, saúde hormonal feminina, estética íntima e ginecologia integrativa, a médica defende uma abordagem personalizada e multidisciplinar, que vá além do tratamento isolado dos sintomas.

“A saúde da mulher não pode ser fragmentada. O ginecologista acompanha transformações hormonais, emocionais, metabólicas, sexuais e físicas que impactam diretamente a qualidade de vida feminina. Por isso, cada paciente precisa ser avaliada de forma ampla, respeitando sua individualidade e necessidades”, afirma.

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Segundo a especialista, muitas mulheres passam anos convivendo com sintomas sem diagnóstico adequado ou acreditando que o sofrimento faz parte do envelhecimento natural. “A menopausa não deve ser encarada como o fim da vitalidade feminina. Hoje existem recursos seguros e eficazes para devolver bem-estar, autoestima, disposição, saúde sexual e qualidade de vida”, destaca a médica, que atua com foco em terapia hormonal personalizada, saúde sexual feminina, ginecologia regenerativa, estética íntima, tecnologias a laser e saúde metabólica voltada à longevidade feminina. 

“A mulher precisa entender que não é normal perder qualidade de vida. Informação, acolhimento e tratamento adequado transformam completamente essa fase”, conclui Dra. Carolina.

*Edição por Lina Santiago

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