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Como os professores podem se preparar para o novo ano letivo

O autocuidado é essencial para que educadores vivam experiências diferentes e renovem suas energias antes do novo ano letivo

Anny Carneiro Santos* Publicado em 08/01/2026, às 06h00

Professora sorri; ao fundo, alunos em frente a computadores.
Professores devem viver intencionalmente experiências diferentes das existentes na rotina escolar e na prática docente - Foto: Canva Pro

Após um ano intenso de trabalho, é essencial que os professores tenham um período de descanso para recarregar as energias e se prepararem para o próximo ano letivo, garantindo um retorno renovado às atividades educacionais.

Especialistas ressaltam a importância do autocuidado e da reflexão sobre o contexto das turmas, objetivos educacionais e recursos disponíveis, incluindo o uso de tecnologias como a inteligência artificial na prática pedagógica.

Para o planejamento de 2026, os educadores devem considerar tendências como saúde mental, ensino socioemocional e personalização da aprendizagem, além de integrar abordagens digitais e temas transversais nas práticas educativas.

Resumo gerado por IA

Para desacelerar a mente depois de um ano intenso, o segredo é o autocuidado. É necessário, durante o período de descanso, viver intencionalmente experiências diferentes das existentes na rotina escolar e na prática docente, pois esse é um momento único e exclusivo do professor. 

Especialista destacam que esse período é necessário para assegurar o desenvolvimento da criatividade que o próximo ano letivo exigirá. Após o recesso, no momento de definição das estratégias para o ano seguinte, há práticas que podem auxiliar o educador a ser mais assertivo. 

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Recomenda-se que o professor faça reflexões sobre o contexto de suas turmas; tenha visão clara dos objetivos educacionais, da proposta pedagógica da escola, do material didático etc.; reflita sobre seu papel enquanto mediador, sobre quais ferramentas, recursos e infraestrutura a escola consegue disponibilizar para suas práticas pedagógicas, como as inteligências artificiais (IA) educacionais; comunique-se com os estudantes; e planeje-se para avaliar de acordo com o seu contexto. 

Oito tendências educacionais para 2026 

Após compreender, sistematizar e inserir as tendências do ano ou prioridades próprias do contexto da escola e dos sujeitos que a compõem, é necessário também olhar para as perspectivas como um todo, que perpassam ou exigem da escola um olhar diferenciado. Por isso, aqui estão alguns dos fatores educacionais que devem orientar o planejamento dos educadores para 2026.  

  1. Saúde mental dos professores e estudantes;  
  2. Foco na implementação de processos de ensino e aprendizagem socioemocionais;  
  3. A Inteligência Artificial, pensamento computacional e educação midiática;  
  4. Aprendizagem personalizada com IA;  
  5. Aprendizado adaptativo com IA;  
  6. Inserção mais forte dos contextos digitais para formatos mais flexíveis de ensino e aprendizagem; 
  7. Planejamento para aprendizagens visíveis com uso de dados educacionais;  
  8. Fortalecimento das abordagens e inclusão dos temas transversais curriculares nas práticas pedagógicas.

*Anny Carneiro Santos é assessora pedagógica da Rede Pitágoras 

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